Fotografia e vídeo

Sua imagem circula. A prova de que ela é sua, também.

Uma foto publicada pode ser baixada, recortada e repostada em minutos — muitas vezes sem crédito e sem metadados. Registrar o arquivo original no momento da entrega cria uma prova datada de que aquele material saiu das suas mãos primeiro, sem expor o conteúdo a ninguém.

Ver como funciona

O desafio

Onde a prova costuma falhar

Repostagem sem crédito

Redes sociais removem metadados e facilitam o compartilhamento. Em pouco tempo, ninguém sabe mais de quem é a foto.

Clientes que usam além do combinado

Fotos entregues para um uso específico acabam em campanhas, embalagens e anúncios sem nova negociação.

Disputa de quem fotografou primeiro

Em coberturas e eventos, várias pessoas registram a mesma cena. Mostrar que o seu arquivo existia antes pode ser decisivo.

Como o Docmint ajuda

Uma prova técnica, simples de criar e fácil de conferir

Original com data de bloco

O RAW registrado é a sua "negativa" digital: uma prova de que aquele arquivo exato existia naquele momento.

Ensaio inteiro de uma vez

Registre centenas de fotos num lote, numa única transação, com prova individual para cada imagem.

Nada é enviado

As imagens não saem do seu computador. Ensaios privados e conteúdo exclusivo continuam com você.

Recibo que acompanha a entrega

Envie ao cliente o recibo junto com as fotos: fica claro quem é o autor e quando o material foi criado.

O que registrar

Arquivos que valem um registro

  • Arquivos RAW e originais da câmera
  • Seleções e tratamentos finais
  • Ensaios entregues a clientes
  • Vídeos, cortes e versões finais
  • Projetos de edição (Premiere, DaVinci, Lightroom)
  • Fotos de pauta e coberturas jornalísticas
  • Imagens de drone e timelapses
  • Contratos e termos de cessão de imagem

Qualquer formato serve: o Docmint registra a impressão digital do arquivo, não o conteúdo.

Na prática: do cartão de memória à entrega

Você termina um ensaio e vai entregar a seleção tratada ao cliente.

  1. 1

    Ao descarregar o cartão, registre os RAWs em lote — essa é a prova de origem.

  2. 2

    Depois do tratamento, registre a seleção final que será entregue.

  3. 3

    Entregue as fotos com os recibos e mencione o registro no contrato.

  4. 4

    Se a imagem aparecer em uso indevido, você tem o original, o tratamento e as datas.

Boas práticas

  • Registre os RAWs logo após descarregar o cartão, antes de qualquer edição.
  • Registre também as versões tratadas que você entrega ou publica.
  • Lembre: comprimir ou exportar de novo gera outro hash — registre cada versão que importa.
  • Faça backup dos originais registrados em dois lugares diferentes.
  • Defina no contrato o uso permitido e cite o registro como prova de autoria.

O que diz a lei

A Lei 9.610/98 protege as obras fotográficas e audiovisuais (art. 7º, VI e VII), independentemente de registro (art. 18), e garante ao autor o direito de ter seu nome indicado na utilização (art. 24, II). O registro do Docmint é uma evidência técnica de autoria e data que ajuda a fazer valer esses direitos; ele não substitui contratos de cessão nem licenças de uso.

Perguntas frequentes

Se eu publicar a foto no Instagram, o registro continua valendo?

O registro vale para o arquivo original. A versão do Instagram é recomprimida e terá outro hash — por isso registre o original e guarde-o: é ele que prova que você tinha a imagem antes.

Preciso registrar todas as fotos do ensaio?

Não é obrigatório, mas registrar o ensaio inteiro em lote custa um crédito por arquivo e dá a prova mais completa. Você também pode registrar só a seleção final.

Funciona para vídeo?

Sim, para qualquer formato. Como o cálculo é local, arquivos de vídeo grandes não são enviados.

Veja também

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