Pesquisadores e acadêmicos

Sua descoberta tem data. Mesmo antes de ser publicada.

Entre a primeira análise e a publicação de um artigo podem passar meses — ou anos. Nesse caminho, manuscritos circulam entre coautores, revisores e bancas, e dados ficam em servidores compartilhados. Registrar cada etapa cria uma prova independente de que aquele resultado já existia, sem revelar uma linha do seu trabalho.

Ver como funciona

O desafio

Onde a prova costuma falhar

Revisão por pares sem rastro

Seu manuscrito passa por várias mãos antes de sair. Se uma ideia parecida for publicada antes, mostrar que você chegou lá primeiro é difícil.

Coautoria em disputa

Quando um grupo se desfaz, a pergunta "quem produziu o quê e quando" pode travar publicações e patentes.

Dados que podem ser questionados

Acusações de manipulação de dados exigem mostrar que a base original não foi alterada desde a coleta.

Como o Docmint ajuda

Uma prova técnica, simples de criar e fácil de conferir

Prioridade sem divulgação

Só a impressão digital é registrada. Você prova que tinha o resultado sem tornar o conteúdo público.

Integridade dos dados

Registrar a base no momento da coleta mostra que ela não foi alterada depois — um reforço à reprodutibilidade.

Linha do tempo da pesquisa

Cada versão registrada forma um histórico verificável, útil para bancas, agências de fomento e coautores.

Arquivos grandes, nada enviado

Bases de vários gigabytes são processadas no seu computador. Nada sai da sua máquina.

O que registrar

Arquivos que valem um registro

  • Bases de dados brutas e tratadas
  • Manuscritos e versões submetidas
  • Cadernos de laboratório digitalizados
  • Protocolos e planos de pesquisa
  • Scripts de análise e notebooks
  • Teses, dissertações e qualificações
  • Pôsteres e apresentações de congressos
  • Pareceres e relatórios técnicos

Qualquer formato serve: o Docmint registra a impressão digital do arquivo, não o conteúdo.

Na prática: antes de submeter o artigo

Seu grupo terminou as análises e vai submeter o manuscrito a uma revista.

  1. 1

    Reúna a base de dados final, os scripts de análise e o manuscrito em PDF.

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    Registre tudo em lote no Docmint, com o título provisório do estudo.

  3. 3

    Compartilhe os recibos com os coautores e guarde-os com os dados.

  4. 4

    Se surgir uma disputa de prioridade ou integridade, os registros mostram o que existia e quando.

Boas práticas

  • Registre a base de dados logo após a coleta, antes de qualquer tratamento.
  • Registre cada versão submetida e cada resposta a revisores.
  • Não descreva o achado no título ou na descrição — eles são públicos.
  • Guarde os arquivos registrados em repositório institucional com backup.
  • Se houver potencial de patente, procure o núcleo de inovação antes de divulgar.

O que diz a lei

A Lei 9.610/98 protege textos científicos (art. 7º, I), mas não ideias, métodos ou descobertas em si (art. 8º, I). Por isso, o valor do registro está em provar a data e a integridade dos seus arquivos. Para invenções patenteáveis, a proteção depende de depósito no INPI (Lei 9.279/96), que o Docmint não substitui.

Perguntas frequentes

Registrar conta como publicação ou divulgação?

Não. Apenas o hash, o título e a descrição ficam públicos; o conteúdo continua sigiloso. Ainda assim, evite descrever o resultado no título.

Posso registrar uma base de dados enorme?

Sim. O cálculo acontece no seu computador, e só a impressão digital é enviada.

Isso substitui o depósito de patente?

Não. Para proteger uma invenção é preciso depositar o pedido no INPI. O registro ajuda a documentar a cronologia do trabalho.

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