Inventores
Documente sua invenção sem revelar o segredo.
Entre a primeira ideia e o depósito da patente há protótipos, testes, conversas com fornecedores e possíveis investidores. Em cada etapa, a invenção corre o risco de ser apropriada. Registrar desenhos, cadernos e protótipos cria uma linha do tempo verificável — e só a impressão digital fica pública, nunca o conteúdo.
O desafio
Onde a prova costuma falhar
Mostrar sem perder
Para fabricar ou captar recursos, você precisa mostrar a invenção a terceiros — e torcer para que não a copiem.
Divulgação que atrapalha a patente
Publicar detalhes antes do depósito pode comprometer a novidade exigida para a patente.
Disputa sobre quem inventou
Ex-sócios, colaboradores ou fornecedores podem alegar participação na criação.
Como o Docmint ajuda
Uma prova técnica, simples de criar e fácil de conferir
Cronologia sem divulgação
O registro guarda só o hash. Você documenta a invenção sem tornar o conteúdo público.
Cada versão do protótipo
Registre desenhos e testes a cada iteração. As datas mostram a evolução do desenvolvimento.
Antes de conversar com fornecedores
Registre o que vai mostrar: se a ideia for apropriada, você tem a prova do que tinha.
Apoio ao pedido de patente
Um histórico bem documentado ajuda na preparação do pedido e em eventuais disputas.
O que registrar
Arquivos que valem um registro
- Cadernos de invenção digitalizados
- Desenhos técnicos e esquemas
- Modelos 3D e arquivos de CAD
- Fotos e vídeos de protótipos
- Resultados de testes e medições
- Rascunhos de pedido de patente
- Conversas e propostas com fabricantes
- Acordos de confidencialidade
Qualquer formato serve: o Docmint registra a impressão digital do arquivo, não o conteúdo.
Na prática: antes de procurar um fabricante
Você tem um protótipo funcional e vai pedir orçamentos de produção.
- 1
Reúna os desenhos técnicos, o CAD e as fotos do protótipo.
- 2
Registre tudo em lote no Docmint, com um título genérico.
- 3
Peça ao fabricante para assinar um acordo de confidencialidade e registre-o também.
- 4
Deposite o pedido de patente no INPI o quanto antes; os registros documentam o caminho até lá.
Boas práticas
- Use títulos e descrições genéricos — nunca descreva a invenção.
- Registre cada iteração importante de desenho e teste.
- Procure um especialista em patentes antes de qualquer divulgação pública.
- Faça acordos de confidencialidade por escrito com terceiros.
- Deposite o pedido de patente assim que possível: no Brasil, prevalece o depósito mais antigo.
O que diz a lei
Pela Lei de Propriedade Industrial (Lei 9.279/96), a patente exige novidade (art. 11) e, entre inventores independentes, o direito é de quem depositou primeiro (art. 7º). A lei prevê um período de graça de 12 meses para divulgações feitas pelo próprio inventor (art. 12). O registro do Docmint não gera direito de patente; ele documenta a autoria e a cronologia do desenvolvimento, úteis em disputas sobre quem criou a invenção.
Perguntas frequentes
Registrar no Docmint protege minha invenção como uma patente?
Não. A proteção exclusiva vem da patente concedida pelo INPI. O registro documenta a autoria e a cronologia.
Registrar conta como divulgação pública?
Não, desde que o título e a descrição não revelem a invenção. Só a impressão digital fica pública.
Vale a pena registrar se eu vou patentear?
Sim. O histórico registrado ajuda a demonstrar a autoria em disputas com sócios, colaboradores ou fornecedores.
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